Na semana passada a Microsoft anunciou uma “solução” para tornar o Explorador de Arquivos um pouco mais rápido no Windows 11. O app passou a ser “pré-carregado” junto com a inicialização do sistema operacional, mas testes indicam que essa estratégia trouxe pouquíssima diferença na usabilidade do recurso.
O Windows Latest fez testes extensivos com o preload (pré-carregamento) do Explorador de Arquivos no Windows 11 e provou que o app continua distante de sua performance no Windows 10.
Antes de mais nada, é necessário salientar que pré-carregar o Explorador no Windows teve um impacto de aproximadamente 35MB no uso de memória RAM pelo sistema. É quase o dobro da memória usada sem o recurso, mas ainda é uma quantidade negligenciável da capacidade.
Apesar do aumento no uso da memória, a diferença para abrir o Explorador de Arquivos no Windows 11 com ou sem preload é muito difícil de perceber, ainda que exista. Isso não quer dizer, entretanto, que não há vantagens no pré-carregamento.
O site também testou o recurso em situações mais exigentes do sistema, com a memória mais afogada por muitas coisas abertas. Nesse cenário o Explorador de Arquivos com preload abriu bem mais rápido do que sem, mostrando ao menos uma vantagem para a mudança.
Navegar pelos arquivos ainda é lento no Windows 11
Para quem passou do Windows 10 para o Windows 11 recentemente, a maior frustração de usar o Explorador de Arquivos continua, que é de fato usar o app depois de aberto.

A conclusão do Windows Latest é que o impacto do preload, quando pode ser percebido, é apenas no ato de abrir ou fechar o Explorador. Usar de fato o app, navegar pelos arquivos e, especialmente, usar o menu contextual continua bem mais lento que o Windows 10.
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O que mudou é que o Explorador de Arquivos no Windows 10 era baseado em Win32 UI, enquanto o Windows 11 aplica overlay moderno WinUI/XAML, com elementos da interface que têm se mostrado pesados para o app em sistemas menos poderosos.
Para uma diferença mais perceptível e positiva na usabilidade geral do Explorador, a mudança teria que ser feita em nível de código.