Se você jogou algum game da franquia Dying Light na sua vida, saiba que o projeto passou pelas mãos de Tymon Smektala. O diretor da franquia da Techland teve papel significativo nos games Dying Light, Dying Light 2: Stay Human e Dying Light: The Beast.
Nesta quarta-feira (6), por meio de um post no LinkedIn, ele anunciou que está deixando a franquia e, consequentemente, a Techland. O executivo não deixou claro o motivo da saída da empresa, e também não mencionou quais serão seus próximos passos na carreira.
“Franquia estará em ótimas mãos”
Abaixo, confira na íntetgra o texto publicado por Tymon Smektala no seu perfil pessoal no LinkedIn.
Depois de anos com Dying Light, estou seguindo para um novo capítulo. Foi uma jornada incrível, e tenho orgulho do que construímos.
Obrigado a todas as talentosas pessoas da Techland com quem tive a chance de trabalhar — tanto no desenvolvimento quanto na publicação — pela paixão, energia e ambição compartilhada de transformar Dying Light na experiência definitiva de zumbis. Nós conseguimos fazer isso acontecer, juntos!
E para nossa incrível comunidade: o amor, o engajamento e o apoio entusiasmado de vocês sempre foram nossa estrela-guia. Vocês ajudaram a moldar o que Dying Light se tornou.
A franquia está em ótimas mãos, e estou animado para vê-la crescer ainda mais. Mal posso esperar para vivenciar seu próximo capítulo como jogador. Sempre vou torcer por Dying Light!
Boa noite, e boa sorte!
Diretor disse estar realizado com seu trabalho em Dying Light
Em julho do ano passado, na ocasião do lançamento de Dying Light: The Beast, tive a oportunidade de conversar com Tymon Smektala em Los Angeles. Curiosamente, na ocasião perguntei se ele teria interesse em desenvolver outros tipos de projetos ou se estava plenamente satisfeito com o universo de Dying Light.
Essa é uma pergunta muito boa e, na verdade, acho que é a primeira vez que ouço a pergunta, então obrigado por isso, você me surpreendeu tanto que eu nem sei o que dizer. Eu não conheço outra realidade, tipo, minha realidade é Dying Light e, para ser honesto, estou muito feliz com isso porque Dying Light é o tipo de jogo que eu gosto como jogador.
Eu gosto de jogos de mundo aberto, gosto de jogos em primeira pessoa, gosto de jogos baseados em sistemas que reagem a tudo o que o jogador faz. Gosto de jogos onde a jogabilidade não é roteirizada de forma que, se eu jogar, você jogar e qualquer outra pessoa jogar, mesmo que participemos das mesmas missões, nossas jogatinas serão diferentes, nós criamos nossa própria história através do nível, através da missão.
Então, de certa forma, este é o tipo de jogo que me satisfaz. Este é o tipo de jogo que me realiza profissionalmente. Então, estou gostando. Ao mesmo tempo, você sempre pensa: “Ah, eu gostaria de ver outra coisa, eu gostaria de tentar outra coisa”.
Então, sim, há uma parte de mim que pensa em fazer outra coisa, mas, por outro lado, me sinto muito, muito bem e muito, muito feliz em trabalhar em Dying Light porque este é exatamente o tipo de jogo que eu gosto de jogar.
A entrevista completa você confere aqui.
Fonte: Tymon Smektala no LinkedIn