Final Fantasy VII Remake Parte 3 usa o PC como base de desenvolvimento

Com o lançamento das duas partes de Final Fantasy VII Remake no Xbox Series e no Nintendo Switch 2 em junho deste ano, a série vai ter se tornado oficialmente multiplataforma. E, segundo o diretor Naoki Hamaguchi, isso não vai significar uma queda de qualidade na terceira parte, atualmente em desenvolvimento.

Em uma entrevista ao site Automaton-Media, Hagamaguchi explicou que o desenvolvimento do game é feito para o PC, considerado por ele como um hardware de ponta. Ao mesmo tempo, a Square Enix tem em mente as especificações dos consoles, bem como as restrições que eles apresentam, para garantir o melhor desempenho possível nelas.

O diretor de Final Fantasy VII Remake destacou que o Xbox Series S realmente apresenta um desafio de memória, mas isso não é exatamente um problema. “Já otimizamos cada plataforma individualmente para o limite absoluto, então restrições de memória em uma não impõem restrições nas outras”, explicou.

Final Fantasy VII Remake Parte 3 busca pelos 60 FPS

Hamaguchi também explicou que a parte 3 de Final Fantasy VII Remake representa uma mudança de filosofia para a Square Enix. Segundo ele, a empresa visa atingir os 60 FPS como um padrão, a não ser em plataformas limitadas pela CPU, como no caso do Switch 2 ou do Xbox Series S.

Em hardwares que oferecem maior capacidade de processamentos da CPU, escalamos elementos de densidade, como aumentar o número de NPCs nas cidades. Como resultado, as cidades parecem mais vivas em hardwares com especificações mais altas”, exemplificou.

Imagem: Divulgação/Square Enix

Hamaguchi também explicou que a desenvolvedora sempre pensa primeiro nas especificações de GPUs de PCs, desde o primeiro capítulo da trilogia. Isso não vai mudar na terceira parte, que vai passar por vários ajustes em seus assets e qualidade visual durante o processo de adaptação para os consoles de mesa.

Para completar, o diretor de Final Fantasy VII Remake explicou que considera o PS5 e o PS5 Pro como “plataformas intermediárias”, que ainda demandam otimizações específicas. Além disso, a Square Enix trata o Steam Deck como o aparelho mais fraco com o qual tem que lidar na hora de garantir que o game roda bem.

Fonte: Automaton-Media

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