Criadora de Simpsons: Hit & Run e Prototype, Radical Entertainment volta dos mortos

Conhecida pelo desenvolvimento de games como Simpsons: Hit & Run e Prototype, a Radical Entertainment ‘retornou dos mortos’ com sua equipe de liderança antiga. Agora conhecida como New Radical Games, a desenvolvedora é fruto da união com outro estúdio antigo: a Hothead Games.

A mudança de nome pode ser explicada pelo fato de que a primeira encarnação da desenvolvedora ainda pertence à Activision Blizzard. Localizada no Canadá, ela deixou de operar em 2013 após Prototype 2 não atingir seus objetivos de vendas — desde então, o que restou de suas equipes dá suporte para a série Call of Duty.

Já a Hothead Games se tornou conhecida por títulos como Penny Arcade Adventures e Death Spank, antes de falir no final de 2024. Agora as duas entidades foram revividas na New Radical Games, que é comandada pelo CEO e presidente Ian Wilkson, e pelo COO Tim Bennison.

New Radical Games reúne dupla que já trabalhou junta

Na prática, a New Radical Games é mais uma ressurreição da Hothead Games do que da criadora de Simpsons: Hit & Run e Prototype. Isso porque Wilkson e Bennison já haviam trabalhado juntos no estúdio que fechou em 2024, após falhar em conseguir lançar jogos de sucesso.

Até o momento, a nova encarnação da Radical não tem qualquer projeto anunciado e, em seu site oficial, afirma que está em busca de oportunidades. A desenvolvedora afirma que está disposta a trabalhar em games completos, projetos mobile ou como estúdio de suporte para outras empresas.

Imagem: Divulgação/Radical Entertainment

Além disso, a liderança do estúdio também deixa evidente que está disposta a adaptar projetos já prontos, bem como fazer remasterizações de títulos antigos. Em outras palavras, não há qualquer sinal de que franquias como Simpsons: Hit & Run e Prototype vão ganhar novos capítulos.

Segundo o produtor do game de Simpsons, John Melchior, a Radical Entertainment teve a chance de fazer mais títulos com os personagens criados por Matt Groening. No entanto, a Vivendi, que na época era a dona do estúdio, declinou da oportunidade de receber um bom dinheiro para continuar trabalhando com a animação.

Fonte: VGC

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