A Nintendo anunciou nesta quarta-feira (25) uma nova política de preços para os jogos first party que lança para o Switch 2. Segundo a companhia, os títulos que ela vai trazer ao mercado a partir de maio de 2026 vão ter valores menores em suas versões digitais em relação àquelas disponibilizadas em mídia física.
“Os jogos da Nintendo oferecem as mesmas experiências, seja em formato físico ou digital, e essa mudança simplesmente reflete os diferentes custos associados à produção e distribuição de cada formato e oferece aos jogadores mais opções de como comprar e jogar os jogos da Nintendo”, explica a companhia.
Para o público brasileiro, isso significa na prática deve significar uma redução nos valores que estão sendo cobrados por novos títulos do Switch 2. Yoshi and the Mysterious Book, que será lançado no dia 21 de maio, vai custar R$ 329,90 no eShop nacional. Esse valor aproxima mais o jogo da conversão direta do dólar de sua versão norte-americana, que custa US$ 60 (R$ 313).
Como vão funcionar os novos preços do Switch 2?
Em seu anúncio oficial, a Nintendo não forneceu maiores detalhes sobre como vai ser a precificação dos jogos first party do Switch 2 a partir daqui em diante. No entanto, há motivos para acreditar que não haverá uma redução generalizada do preço das versões digitais — a versão física correspondente é que deve ficar pelo menos US$ 10 mais cara.
Porém, tudo não passa de uma suposição no momento, dado que a mudança afeta até o momento somente um único jogo da empresa. Antes da mudança, Yoshi and the Mysterious Book custaria US$ 70 tanto em sua versão física quanto digital, mas esta última foi reduzida para US$ 60.
Dada a maneira como a companhia se pronunciou, não há como saber se esse vai ser o caso de outros games. No entanto, caso ela decida seguir esse caminho, isso pode significar ainda mais economias para quem decidir apostar no meio digital, especialmente no que diz respeito a lançamentos cujo preço-base vai ser de US$ 70.
Para a Nintendo, a decisão é vantajosa em vários sentidos. Além de garantir que seus jogos físicos vão ficar mais alinhados aos aumentos recentes nos custos de armazenamento, ela também estimula o público a apostar no meio digital. E, no caso de seus jogos first party, a empresa mantém 100% das receitas obtidas pelo eShop.

Mais detalhes sobre o sistema de precificação da companhia só devem ficar evidentes no futuro, conforme ela lança novos títulos. No entanto, não é difícil imaginar um cenário no qual suas edições físicas se tornem ainda mais Premium, especialmente nos casos em que ela decide usar o valor de US$ 80 como base.